Baby Happy

Baby Happy

É hora de dormir, com certeza você está exausta e sonhando com o momento de "cair nos braços de Morpheu", enquanto isso seu bebê está prontinho para passar horas de muita folia. O que fazer?
 Não de desespere e adote rituais para a hora do sono. Isso vai fazer com que o bebê entenda a rotina e se reorganize, garantindo sossego para a mamãe e mais qualidade de sono para o(a) pequenino(a). Conheça alguns rituais e comece a praticar hoje mesmo, lembrando que as crianças precisam do hábito para compreender e isso exige dedicação e disciplina da mamãe e do papai, que deverão repetir os rituais nos horários corretos, sinalizando para o bebê que aquele é o sagrado momento do soninho.
 
Esgote as energias dele 
Dependendo da criança, pode funcionar deixá-la descarregar toda energia que tiver sobrado do dia, para que depois ela consiga descansar mais tranquila. Você pode experimentar deixá-la pular, segurando nas suas mãos, ou fazer uma brincadeira mais agitada. Depois, troque a atividade por alguma coisa bem mais calma, como um banho e uma história, para então colocá-la na cama. 

Use o poder da água 
 
Boa parte dos rituais do sono usados pelos pais apela para a ajuda da hora do banho. A imersão na água morna é gostosa e deixa seu filho limpinho e tranquilo para ir para a cama. O banho também é uma ótima chance de os papais participarem mais da rotina do recém-nascido. Agora, se seu bebê fica agitado demais no banho ou simplesmente odeia a banheira, não use essa estratégia. Em vez disso, dê o banho bem mais cedo, e no ritual noturno passe algum tempo juntinho dele ou leia uma história. 

Faça uma massagem 
Antes ou depois do banho, você pode massagear seu filho com movimentos suaves e óleo ou hidratante especiais para bebê. Cada criança é de um jeito, e há algumas que simplesmente adoram massagem.

Cuide da higiene 
Se a rotina não incluir o banho, lave o rosto e as mãos do bebê, passe uma gaze ou uma fraldinha limpa na gengiva dele ou escove os dentes, troque a fralda e coloque o pijama. É bom já aderir ao hábito de escovar os dentes desde cedo, pois assim seu filho já se acostuma à rotina da higiene bucal. E, mesmo para bebês pequeninhos, o pijama ajuda a estabelecer a sinalizar a hora de dormir e de acordar -- para o bebê e para os pais. 

Dê boa noite para todos 
Muitos bebês gostam de ser carregados pela casa ou pelo quarto dando boa noite para tudo e todos que encontrarem pela frente: "Boa noite, palhaço!", "boa noite, bonequinho!", "boa noite, Totó!", "boa noite, papai!", "boa noite, ursinho!" e assim por diante. 

Leia uma história 
Ler uma história é um jeito clássico de colocar uma criança para dormir. A leitura vai ajudar seu filho a aprender novas palavras -- estudos mostram que a exposição a um grande vocabulário é positiva para desenvolver habilidades linguísticas e até a inteligência -- e ele vai adorar passar mais esse tempinho com você. Ao longo da história, quando estiver se aproximando do final, vá mudando o tom de voz, ficando mais calma e serena, para que ele se sinta relaxado e estenda que está chegando ao final da historia e já é hora de dormir.

Cante para ele 
Canções de ninar são um método infalível para fazer bebês dormirem -- especialmente se acompanhadas de um bom balanço no colo. Se você gosta de ninar seu bebê no colo, cante algumas músicas segurando-o e depois o coloque no berço, 
de preferência ainda acordado, e cante mais um pouco.

Toque música 
Ligue um aparelho de som no quarto do seu filho com canções de ninar, música clássica ou outro ritmo de que seu filho goste -- e que não o deixe muito agitado --, e deixe tocando depois que você sair do quarto. Além de facilitar a chegada do sono, a música disfarça os ruídos externos. 

Tente fazer com que o ritual não seja muito longo. Cerca de meia hora já é suficiente, sem contar o banho. Assim, você conseguirá repetir o processo todo dia, mesmo que tenha visitas em casa ou que esteja em outro lugar. A previsibilidade da rotina vai até ajudar a tranquilizar seu bebê se vocês estiverem num ambiente novo.

 

Quarta, 24 Fevereiro 2016 16:31

Nova opção de lembrancinha

 

"O bebê já está quase chegando e junto com ele a ansiedade bombando. Toda a família espera por esse encontro mágico e o pequenino será recebido em meio a muita alegria e comemoração. Para deixar esse momento ainda mais gostoso, são muitas as opções de lembrancinhas para presentear os visitantes, como o tradicional bem nascido, amêndoas, docinhos, balas de goma, confetes, cupcake e etc. 


Oferecer um doce, como forma de agradecimento pela visita, além de delicado e elegante, é sempre uma forma de demonstrar a alegria do momento, é como se quiséssemos que a outra pessoa sentisse o sabor do que estamos sentindo naquele momento.


Pensando nisso, conhecemos recentemente um produto tão especial que fizemos questão de dividir com vocês para que tenham uma opção à altura do momento: Bem Brownie. São brownies feitos com muita delicadeza e recheios incríveis, como nutella, tradicional, doce de leite, paçoca, leite ninho, café, nozes, pão de mel, beijinho, castanha do Pará, Ovomaltine e chocolate belga. 
Sabe gosto de alegria?!?! Pois é..nós encontramos! Além de tudo, as embalagens são lindas e personalizadas.


Quer saber mais sobre essa novidade? Então acesse www.bembrownie.com.br

 Dores por todo lado, azia, cãibras, ansiedade... a reta final da gestação não é nada fácil. Perguntamos às nossas leitoras quais foram os maiores incômodos que elas sofreram quando estavam para ganhar seus bebês. Saiba quais são eles e o que fazer para minimizá-los.

 1. Ai, que queimação!

Conforme a barriga cresce, aumentam também os incômodos que a grávida sente no seu corpo. Entre eles está a azia, que nada mais é do que o aumento do refluxo do conteúdo estomacal para o esôfago. Isso acontece porque o volume da placenta eleva o músculo do diafragma e diminui, assim, a capacidade de reserva do estômago. Para completar, os hormônios da gravidez provocam um relaxamento da válvula que controla a passagem de alimentos entre o esôfago e o estômago, abrindo portas para o problema digestivo. As atitudes para evitar a queimação incluem comer menos e com mais frequência, mastigar bem, fugir de frituras e nunca deitar a após as refeições.

2. A vontade incontrolável de fazer xixi
Mais um efeito do despontar da barriga. É que, na reta final da gestação, o útero invade parte do espaço da bexiga, diminuindo a sua capacidade de armazenamento de urina. O resultado é a vontade frequente (e incontrolável) de ir ao banheiro. Além disso, os hormônios podem tanto reduzir a capacidade funcional desse órgão quanto levar à frouxidão muscular na região pélvica, causando uma perda urinária involuntária. Para evitar a chateação, a recomendação é fazer fisioterapia, a fim de fortalecer os músculos da pelve. Converse com o seu ginecologista para saber mais a respeito.


3. É impossível achar uma posição para dormir
Infelizmente, é mesmo. O barrigão atrapalha pra valer a qualidade do sono da futura mamãe. A principal dica dos especialistas é deitar sempre de lado, com um travesseiro entre os joelhos e a barriga bem apoiada na cama. O ideal é fazer isso virada para o lado esquerdo, já que essa posição facilita o bombeamento do sangue do coração da mãe para a placenta, o que evita o estresse do bebê. Apoiar um travesseiro nas costas também pode ser mais confortável.


4. Andar parecendo um pinguim
Esta é uma reclamação frequente das gravidinhas. Mas calma, não há nada de errado com você! É que, devido ao peso da barriga, a mulher muda o seu eixo a fim de sustentar e equilibrar o corpo. E isso acontece a partir da projeção do tórax para frente e do afastamento das pernas.


5. Dores por todos os cantos
Nas costas, na pelve, nas articulações, nas pernas... É dor que não acaba mais! Elas acontecem porque o barrigão sobrecarrega diversas estruturas do corpo da mulher - músculos, vasos, nervos e até ossos. Para cada uma delas, há algo a ser feito para evitá-las. Mas, na maior parte dos casos, a prática de atividade física ao longo dos nove meses é uma boa pedida para chegar ao fim da gravidez menos dolorida.


6. Muito calor!
A maior liberação de progesterona, hormônio que a placenta produz, leva a um aumento da temperatura basal - aquela medida imediatamente após a pessoa acordar. Na grávida, essa medida se eleva em até 1oC, o que a torna mais quente. 


7. Cãibras
A barriga avantajada comprime o sistema vascular das pernas, por onde o sangue retorna rumo ao coração. Desse moddo, a oxigenação dos músculos dessa região fica comprometida. Além disso, os hormônios da gravidez fazem com que ocorra uma dilatação dos vasos periféricos. O resultado dessa combinação são elas: as cãibras. Para evitar o incômodo, recorra a meias de compressão e pratique exercícios físicos, que melhoram o fluxo sanguíneo. Mas tudo com a orientação de um especialista, é claro!


8. Falta de ar
Quanto mais o bebê cresce, mais comprimido fica o pulmão da grávida. A consequência é a redução da capacidade respiratória da mulher, levando a eventuais crises de falta de ar. O segredo para evitar o sufoco é coordenar a respiração diante de esforços maiores, inspirando e expirando com mais frequência e menos profundidade. Outra dica é manter o peso sob controle. Práticas como ioga e meditação também são indicadas.


9. Fica impossível fazer atividades do dia a dia
Dirigir, cortar as unhas, se depilar, calçar os sapatos: o barrigão dificulta a realização dessas e de muitas outras atividades rotineiras. Mas pense que tudo isso vale a pena, já que, em breve, você terá o seu pequeno nos braços.


10. Vontade de chorar
O sobe e desce dos hormônios faz com que a mulher fique mais emotiva ao longo de toda a gravidez. No entanto, conforme o parto se aproxima, a expectativa e a tensão aumentam. Junte a isso todos os outros incômodos que a gestante sente nessa fase e está explicado o cansaço, a irritabilidade e a emoção à flor da pele.


11. Ansiedade sem fim!
No final da gravidez, a ansiedade de conhecer o bebê fica cada vez maior - e difícil de controlar. Mas fique calma, logo, logo você estará com o seu pequeno. E vamos combinar: de todos as situações típicas do fim da gestação, essa é a mais fácil de suportar, né?

 

 

Sábado, 23 Janeiro 2016 11:14

A comunicação verbal na gestação

O ambiente intra-uterino é o primeiro universo que o ser humano conhece e onde se originam as primeiras percepções que irão determinar o modo como ele se relacionará com o mundo aéreo, especialmente na primeira infância.



Tudo o que acontece durante esse período é esquecido ao nascer, porém fica registrado no inconsciente. Ao vivenciar situações semelhantes, a criança atuará segundo os mesmos padrões de comportamento adquiridos na vida gestacional.


Estruturalmente, o embrião humano já vem programado para a linguagem desde a concepção. Muito antes de ouvir, o que ocorre por volta do terceiro trimestre de vida pré-natal, o feto capta as vibrações dos sons das palavras emitidas pela voz materna, com todas as emoções que as acompanham.


Com o tempo, vai aprendendo a simbolizá-las, ou seja, dar-lhes um significado. Sendo involuntárias as reações fisiológicas maternas, como alteração de seu batimento cardíaco, pressão arterial e produção hormonal, a futura mamãe não pode evitar que o bebê capte seus sentimentos de maior angústia, ansiedade ou estresse, pois o ambiente intra-uterino sai da neutralidade e o coloca em sofrimento.


Neste momento, se a gestante conversar com seu filho, esclarecendo o que está ocorrendo, como está se sentindo e como se sente em relação a ele, libera os sentimentos, principalmente os mais negativos e diminui a intensidade da angústia, mantendo-se dentro de certo equilíbrio emocional, o que certamente será percebido por ele, pois o ambiente uterino tornar-se-á menos agressivo e, portanto, mais neutro.


Esta relação de troca com o feto é fundamental para a formação e fortalecimento do vínculo materno-filial. Funciona como atitude de respeito e amor pela saúde e bem-estar da criança que está sendo gestada.


Durante os meses de gravidez, o feto está diretamente ligado a tudo o que a mãe pensa, sente e fala a seu respeito. Em certo nível, estão em comunicação direta e permanente. Ele sente as mesmas emoções que ela e é por elas moldado. Aqui entra, desta forma, a importância do ambiente social e familiar mais próximo, em especial, a figura paterna. Se tudo o que toca a mãe, toca-o também, muito cedo o feto percebe a influência que o pai exerce sobre ela e, conseqüentemente, sobre ele.


São muitos os futuros papais e mamães que dizem se sentir constrangidos ao conversar com uma barriga. Este é o conceito mais equivocado, pois dentro do ventre materno existe um ser em formação e que necessita desta comunicação para se sentir amado, desejado, compreendido e respeitado.


Não é necessário longo discurso. Breves palavras, porém, intensamente pronunciadas com a mais pura emoção, hão de significar muito, pois ele se sentirá compreendido e aceito, acolhido e amado por quem mais deseja ser.

Quarta, 13 Janeiro 2016 15:12

Alimentação nas Férias

Nas férias os horários costumam ser mais flexíveis, mas é preciso atenção para não pular refeições e não deixar a criança com sede.

Não é novidade para ninguém que as frutas, verduras e legumes devem fazer parte do cardápio da criançada e todo mundo sabe que é preciso estabelecer horários regulares para as refeições. O problema é como aplicar essas e outras regrinhas durante as férias.

A nutricionista Juliana Ferreira Mauri, especialista em nutrição materno-infantil, tem algumas dicas que podem ajudar os pais a organizarem a alimentação dos pequenos mesmo fora da rotina. A primeira é tomar um bom café da manhã, pois como o almoço durante as férias costuma ser mais tarde a criança estará com nutrientes suficientes para esperar pela refeição.

As crianças não devem pular as refeições. Nos restaurantes, o ideal é colocar no prato da criança todos os grupos alimentares, que são: arroz ou macarrão; feijão; legume, verdura e um tipo carne, que pode ser ave, peixe ou carne vermelha.

Para os lanchinhos da tarde, o segredo é oferecer à garotada doces gelados à base de fruta. Algumas idéias são mousse de morango, gelatina, doce de abóbora e mousse de maracujá. 

Os biscoitos recheados podem ser substituídos pelos biscoitos sem recheio. Passando uma geléia, que é mais saudável, e eles ficam mais interessantes para a criançada.

Com um pouco de disposição e criatividade, é possível deixar o cardápio sempre saudável, saboroso e divertido.

 

 

 

Sexta, 08 Janeiro 2016 15:08

Mitos e Verdades sobre o Zika

Conforme publicado no site O Nacional, em 28/12/2015, conheça os mitos e verdades do Zika Vírus:

Erupções na pele, dor de cabeça, no corpo e nas articulações, vermelhidão nos olhos, náuseas, fotofobia, conjuntivite e coceira intensa. Os sintomas são parecidos com os da dengue e da chikungunya, mas as consequências da infecção pelo zika vírus são bem mais críticas.

Apesar de ter uma evolução branda, com sintomas que duram em média de dois a sete dias, o zika está associado à microcefalia em bebês cujas mães foram contaminadas durante a gestação – e que trazem deficiências variadas. Além disso, há o risco de desenvolvimento da síndrome de Guillain-Barré (doença autoimune que acomete o sistema nervoso), recentemente associada ao vírus e que vitimiza principalmente crianças e idosos.
A febre zika é uma doença nova. Seu primeiro surto foi registrado em 2007, na ilha de Yap, na Micronésia, e chegou ao Brasil no ano passado. Por conta disso, muito pouco se sabe a respeito, abrindo margem para que muitas informações sem embasamento científico se espalhem.
Veja aqui o que é verdade e o que é mito acerca do zika:

Você pode ter sido contaminado pelo Zika e não saber - VERDADE

Segundo a Sociedade de Pediatria de São Paulo, assim como nas outras doenças virais transmitidas pelo mesmo mosquito (dengue, febre chikungunya), acredita-se que cerca de 80% das pessoas contaminadas pelo zika vírus não apresentam qualquer sintoma, o que não quer dizer que as consequências da infecção (microcefalia nos bebês dessas gestantes, por exemplo) não ocorram. 

Repelentes são a forma mais eficiente de evitar a contaminação pelo zika – MITO

O uso do repelente como único método de prevenção não garante que o mosquito Aedes aegypti ficará longe. Inclusive, nenhum dos dez repelentes testados pelo Proteste com as marcas mais comuns vendidas no Brasil foi aprovado. Uma das principais ações contra o mosquito, segundo o Ministério da Saúde, é a conscientização da população sobre o seu papel de eliminar locais nos quais o Aedes aegypti pode se reproduzir, como vasos de plantas, lixo e garrafas pet abandonadas. Além disso, recomenda-se o uso de roupas que cubram a superfície do corpo, em especial as extremidades e áreas de pele mais fina, como tornozelos, pés, punhos e mãos. 

Microcefalia no Nordeste foi causada pela vacina contra rubéola, não por causa do zika – MITO

De acordo com o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, até 12 de dezembro deste ano foram registrados 2.401 casos da doença e 29 óbitos. Esses casos estão distribuídos em 549 municípios de 20 Unidades da Federação. A microcefalia é uma condição neurológica rara em que a cabeça é desproporcionalmente menor que o corpo. O crânio não se desenvolve corretamente, porque o tecido cerebral não cresce. Isso faz com que, dependendo da área do cérebro afetada, a criança tenha dificuldades de locomoção, desenvolvimento cognitivo, deglutição, audição, dentre outras. Apesar de ter relação com outras doenças, como rubéola, infecções por citomegalovírus, toxoplasmose e uso de drogas na gestação, por exemplo, a vacina não é responsável pelo surto atual. Segundo o Ministério da Saúde, todas as vacinas do calendário nacional são seguras. Em nota, a Sociedade de Pediatria de São Paulo esclarece que a vacina nunca é aplicada durante a gestação e que ela é produzida com vírus vivos e atenuados, que não são capazes de provocar as doenças. 

Quem pega zika uma vez não corre risco de se contaminar novamente – MITO

Os casos de infecções sucessivas e de coinfecção com outras doenças causadas pelo Aedes Aegypti, como dengue e chikungunya, são possíveis, desde que causados por vírus diferentes. Ainda não se sabe quais são as consequências dessa condição para a saúde. "Não temos como medir as consequências da coinfeccção ou de infecções sucessivas pelos três vírus em um paciente", afirma Claudia Nunes, chefe do Laboratório de Virologia Molecular do Instituto Carlos Chagas (ICC/Fiocruz Paraná), para quem é necessário uma investigação profunda, buscando esclarecer os aspectos clínicos e adequar o tratamento.

Amamentação deve ser mantida onde há risco de zika – VERDADE

Na Polinésia Francesa (onde houve surto de zika em 2013), médicos encontraram partículas do vírus no leite materno. Mas ainda não se sabe se existe transmissão para o bebê porque nem todo vírus encontrado no leite é transmitido. Segundo dados do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) do Estado de São Paulo, a transmissão raramente ocorre de mãe para filho. Ainda de acordo com esse documento, “até agora, não há relatos de crianças infectadas pelo zika vírus através da amamentação. Pelos benefícios do aleitamento, mães devem ser encorajadas a amamentar mesmo em áreas onde o zika vírus for encontrado”.

O vírus pode ser transmitido pelo sêmen – NEM MITO, NEM VERDADE

Segundo o Ministério da Saúde, não há estudos consistentes a esse respeito. Houve apenas um caso descrito de transmissão sexual. Além da adoção rotineira do preservativo para a proteção contra doenças sexualmente transmissíveis, o período de doença e os dias seguintes devem ser tratados com uma cautela adicional.

Nem todos os repelentes são seguros para gestantes - VERDADE

Apenas repelentes à base de DEET, IR3535 e Icaridina são considerados seguros para uso durante a gestação, de acordo com o Ministério da Saúde.

O mosquito do Zika só pica de dia - MITO

O Aedes aegypti é um mosquito de hábitos predominantemente diurnos, mas não é impossível que ele pique durante a noite. Essa espécie vem se adaptando rapidamente ao ambiente urbano e doméstico. Por isso, a recomendação é destruir os criadouros do mosquito.
Sempre verifique informações recebidas em fontes confiáveis como os portais doMinistério da Saúde, da Organização Mundial da Saúde (OMS), do CDC dos EUA ou do Centro de Controle de Doenças Europeu.

 

 

Quinta, 03 Dezembro 2015 18:07

Método BLW

Você sabe o que é BLW?

 

Método propõe que bebês com mais de seis meses se alimentem sozinhos e com as próprias mãos, mantendo o próprio ritmo para a refeição.

 

Esqueça as papinhas e colheres e simplesmente deixe que o bebê se alimente sozinho. Essa é a proposta de um novo método, o BLW (Baby Led Weaning, desmame que o bebê lidera, traduzido do inglês), que substitui as papinhas por frutas e legumes, e os talheres pelas próprias mãos. 

Criado pela consultora em saúde Gill Rapley, a técnica defende que os bebês com mais de seis meses — período em que começa a introdução de sólidos na dieta — alimentem a si mesmos, com as mãos, estabelecendo o próprio ritmo para a refeição. Quem é adepto diz que, além de a criança desenvolver autonomia, evita que os pais precisem carregar para todo lado as papinhas. Especialistas fazem ressalvas.

Pediatra nutróloga da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul e professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Elza Mello alerta para alguns cuidados que os pais devem ter ao se lançar no BLW. Embora seja quase essencial que a criança se suje — para evitar possíveis “nojinhos” futuros — e desenvolva a autoalimentação, a papa principal também é fundamental na dieta infantil.

— Se o próprio bebê for sempre pegar os alimentos, ele provavelmente não vai ingerir a quantidade de nutrientes de que precisa — explica.

Ela sugere que a alimentação seja feita de forma mista. Ou seja, que a mãe dê algumas comidinhas para a criança, mas que nunca negue caso ela queira pegá-las sozinha.

Compartilha da mesma opinião a secretária-geral da Associação Gaúcha de Nutrição, Claudia Mallmann. Especialista em nutrição infantil, ela tem receio de que a criança não chegue ao valor calórico necessário caso se alimente exclusivamente sozinha. Apesar de julgar importante que o bebê tenha a oportunidade de esmagar e sentir a textura dos alimentos, ela reitera que a mãe precisa garantir que o filho tenha uma alimentação adequada.

A nutricionista aponta, como pontos positivos do BLW a rejeição das mães por liquidificadores — o que estimula a função mastigatória do bebê — e a integração da criança à rotina familiar. Mas alerta que devem ser tomados cuidados na hora de dividir a comida, pois há restrições à consistência e à quantidade de sal, açúcar e temperos de certos alimentos.

Facilidade nos restaurantes

Bastante conhecido em países como Europa e Estados Unidos, o Baby Led Weaning ainda é visto com estranheza no Brasil. Mesmo assim, tem ganhado adeptos. Dona de um grupo no Facebook sobre a técnica, Tiê Granetto acha que o método tem crescido no país. E isso por experiência própria. Segundo ela, diariamente, cinco ou seis pessoas pedem aceitação no grupo.

Além de ocupar o tempo administrando a página, a coordenadora de marketing é também mãe de Lucca, um ano. Há seis meses, ela começou a aplicar o método com o primogênito. Mais do que a descoberta de alimentos, texturas e sabores, ela afirma que o BLW também traz muito mais facilidade para os pais, pois as crianças acabam comendo o mesmo que toda a família.

— Na papinha, tenho a impressão de que fica tudo muito misturado, e eles não conseguem desenvolver um paladar para distinguir os alimentos — completa.

Foi navegando na internet que Greice Veiga, mãe de Antonella, sete meses, descobriu o método. Há um mês aplicando a técnica, ela já percebe benefícios na filha, que se mostrou contente com a escolha. Isso porque, nas primeiras vezes que tentou alimentá-la com a colher, a filha rejeitou. Greice decidiu, assim, tentar o BLW, que, segundo ela, tem dado bastante certo.

— Acho bom porque eles desenvolvem autonomia, além de ser mais cômodo para os pais. Não preciso ficar levando papinha a cada restaurante que vamos. Ela come de tudo — explica a mãe.

O medo do engasgo

Um dos maiores medos de quem não conhece a técnica, ou quer começar a aplicá-la, é em relação ao risco de engasgar. No entanto, tanto as mães quanto os especialistas dizem que o bebê passa a entender o mecanismo do engasgo e tenta, por conta própria, evitá-lo.
 

Greice e Tiê assinam embaixo. Segundo as mães, quando os filhos colocam um pedaço maior na boca, eles mesmos tiram. Elas alertam que as crianças devem ser sempre monitoradas. A pediatra Elza reitera, também, que para que os riscos sejam menores ainda, devem ser evitados pedacinhos muito pequenos, como pipoca, amendoim e milho.

Dicas para adotar a técnica do BLW

>> O bebê deve estar sentado e ser capaz de se manter com o mínimo suporte

>> Castanhas e frutas com sementes grandes, como cerejas e azeitonas, não devem ser oferecidas

>> Os bebês devem ser sempre supervisionados enquanto estiverem comendo

>> Os alimentos devem ser introduzidos aos poucos
 

>> A comida deve ser cortada em palitinhos

>> Cuidar com os alimentos alergênicos (como amendoim e trigo) e com pedaços muito pequenos, que as crianças podem aspirar

>> Os bebês devem ter, no mínimo, seis meses, que é quando o sistema motor já está mais desenvolvido

 

 

 

Segunda, 09 Novembro 2015 17:28

O bebê, o cansaço e a culpa

 

Quando nasce um bebê, nasce uma mãe...e nasce também um cansaço gigante e uma culpa monstra. E tudo isso acontece mesmo quando existe uma equipe enorme à disposição para ajudar (lá vem a culpa por não ser você que está cuidando do bebê).

É maravilhoso receber o dom e a missão de trazer ao mundo esses pequenos anjos e então nos sentimos no topo da cadeia alimentar, parecemos mais fortes e completas do que nunca e nada parece abalar nossa confiança e nossa força... só que na prática não é assim...a gente imagina tudo isso (igual nos poemas e nos vídeos sobre mães) e se frustra ao descobrir que somos humanas, o cansaço bate mesmo e junto com ele a culpa por desejar dormir, desejar alguns minutos de privacidade, de quietude, desejar  saborear uma comida ainda quentinha, tomar uma banho demorado.... e desejar tudo isso não parece certo, afinal escolhemos ser mãe e sabíamos das renúncias que faríamos. É como se ao desejar tudo isso, não fossemos suficientemente engajadas no papel de mãe e de alguma forma estivéssemos rejeitando o bebê, daí a culpa se torna aquele monstro que associado ao cansaço vira quase uma paranóia.

 

Acalme-se, respire fundo e deixe o papai, a vovó, titias e madrinhas ajudarem nessa missão. Você tem o divino direito de desejar e executar tudo isso e mais do que o direito, você tem o dever de descansar para estar inteira nesse papel que é o mais valioso da sua vida.

 

Não se culpe, não se julgue, todas passamos por isso, todas sentimos aquele cansaço como se “a alma quase saísse do corpo” e nos falta energia. Reuna seus aliados (quem não vai amar curtir mais tempo com esse exemplar de gostosura?!) e tire um tempo pra você, só pra você. Descanse, coma devagar, vá fazer a unha, arrumar o cabelo, assistir um filme ou simplesmente fazer nada. Permita-se recarregar as energias e estar completa para viver com plenitude a alegria de ser mãe!

 



Sexta, 30 Outubro 2015 14:52

Cuidados com a exposição dos filhos

 

Se tem uma coisa que é irresistível para mamães e papais, hoje mais do que nunca diante de tantas redes sociais, é mostrar para o mundo toda a gostosura de gente que temos em casa. São fotos sorrindo, brincando, as primeiras experiências e por aí vai. Nada mais normal do que querer exibir nosso motivo maior de orgulho, porém o que pouco tem sido ponderado é que esses pequenos, tão frágeis e ainda incapazes de fazerem suas próprias escolhas, estão tendo sua privacidade invadida.

Há, contudo, um risco no modo como as pessoas estão compartilhando essas experiências. É o chamado oversharenting, a exposição parental exagerada, alerta a pediatra Sarah J. Clark, pesquisadora associada da Universidade de Michigan.

— Se você compartilha uma foto ou vídeo do seu filho pequeno fazendo algo ridículo, por achar engraçadinho, quando a criança tiver seus 11, 12 anos, pode se sentir constrangida. A autoconsciência vem com a idade. O que determina o cyberbullying é o modo de usar o material compartilhado— diz.

Existem riscos ainda maiores trazidos pela superexposição como a segurança da criança que pode ficar comprometida, afirmação que se comprova em fatos como o sequestro de um garoto de 9 anos em Santa Catarina, ocorrido no ano passado, a partir de informações que os pais postavam sobre o garoto no facebook.

Alguns cuidados podem ser tomados para evitar que essa alegria vire um transtorno. Veja alguns:

Evite fotos com uniformes ou materiais que demonstrem o local que a criança sempre frequenta;

Evite expor sobre os hábitos diários da família;

Evite fotos que futuramente possam expor a criança à brincadeiras que a constranja e etc.

São pequenos detalhes, porém um grande gesto de cuidado e respeito.

Sábado, 17 Outubro 2015 11:00

Visitas na Maternidade

 

Há pouco dias postamos em nossas redes sociais algumas dicas muito relevantes sobre as visitas na maternidade. Várias mamães adoraram. Resolvemos então compartilhar com vocês, aqui em nosso blog.

Para você que está pensando em visitar alguém na maternidade, tome alguns cuidados.

- Não vá doente de maneira alguma. O bebê é frágil e está sujeito a contaminação de bactérias com mais facilidade.

- Não chegue de surpresa. Consulte a mamãe e o papai antes de ir.

- Avise quando estiver a caminho para que eles estejam preparados para te receber.

- Demorar jamais! Faça uma visita rápida. Deixe para conversar, comentar ou até mesmo tirar alguma dúvida depois, em uma visita na casa da família.

- Lave sempre as mãos, higiene é fundamental para o ambiente e para o recém-nascido.

- Cuidado com as fotos. Nem todas as mamães gostam de flashs nessas horas. Usemos o bom senso!

- Atenção aos cheiros. É um ambiente muito delicado, requer suavidade, tranquilidade. Nada de exageros.

- Não fique “apertando” o bebê. É muita fofura mesmo, mas, vamos nos conter!!

- Não leve crianças. Evite muita movimentação e muito barulho no quarto.

E, por fim,

- Respeite as escolhas dos pais. O momento é único e deles!

 

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