Quinta, 11 Fevereiro 2016 12:10

Reta final: 11 situações que as mães enfrentam no fim da gravidez

 Dores por todo lado, azia, cãibras, ansiedade... a reta final da gestação não é nada fácil. Perguntamos às nossas leitoras quais foram os maiores incômodos que elas sofreram quando estavam para ganhar seus bebês. Saiba quais são eles e o que fazer para minimizá-los.

 1. Ai, que queimação!

Conforme a barriga cresce, aumentam também os incômodos que a grávida sente no seu corpo. Entre eles está a azia, que nada mais é do que o aumento do refluxo do conteúdo estomacal para o esôfago. Isso acontece porque o volume da placenta eleva o músculo do diafragma e diminui, assim, a capacidade de reserva do estômago. Para completar, os hormônios da gravidez provocam um relaxamento da válvula que controla a passagem de alimentos entre o esôfago e o estômago, abrindo portas para o problema digestivo. As atitudes para evitar a queimação incluem comer menos e com mais frequência, mastigar bem, fugir de frituras e nunca deitar a após as refeições.

2. A vontade incontrolável de fazer xixi
Mais um efeito do despontar da barriga. É que, na reta final da gestação, o útero invade parte do espaço da bexiga, diminuindo a sua capacidade de armazenamento de urina. O resultado é a vontade frequente (e incontrolável) de ir ao banheiro. Além disso, os hormônios podem tanto reduzir a capacidade funcional desse órgão quanto levar à frouxidão muscular na região pélvica, causando uma perda urinária involuntária. Para evitar a chateação, a recomendação é fazer fisioterapia, a fim de fortalecer os músculos da pelve. Converse com o seu ginecologista para saber mais a respeito.


3. É impossível achar uma posição para dormir
Infelizmente, é mesmo. O barrigão atrapalha pra valer a qualidade do sono da futura mamãe. A principal dica dos especialistas é deitar sempre de lado, com um travesseiro entre os joelhos e a barriga bem apoiada na cama. O ideal é fazer isso virada para o lado esquerdo, já que essa posição facilita o bombeamento do sangue do coração da mãe para a placenta, o que evita o estresse do bebê. Apoiar um travesseiro nas costas também pode ser mais confortável.


4. Andar parecendo um pinguim
Esta é uma reclamação frequente das gravidinhas. Mas calma, não há nada de errado com você! É que, devido ao peso da barriga, a mulher muda o seu eixo a fim de sustentar e equilibrar o corpo. E isso acontece a partir da projeção do tórax para frente e do afastamento das pernas.


5. Dores por todos os cantos
Nas costas, na pelve, nas articulações, nas pernas... É dor que não acaba mais! Elas acontecem porque o barrigão sobrecarrega diversas estruturas do corpo da mulher - músculos, vasos, nervos e até ossos. Para cada uma delas, há algo a ser feito para evitá-las. Mas, na maior parte dos casos, a prática de atividade física ao longo dos nove meses é uma boa pedida para chegar ao fim da gravidez menos dolorida.


6. Muito calor!
A maior liberação de progesterona, hormônio que a placenta produz, leva a um aumento da temperatura basal - aquela medida imediatamente após a pessoa acordar. Na grávida, essa medida se eleva em até 1oC, o que a torna mais quente. 


7. Cãibras
A barriga avantajada comprime o sistema vascular das pernas, por onde o sangue retorna rumo ao coração. Desse moddo, a oxigenação dos músculos dessa região fica comprometida. Além disso, os hormônios da gravidez fazem com que ocorra uma dilatação dos vasos periféricos. O resultado dessa combinação são elas: as cãibras. Para evitar o incômodo, recorra a meias de compressão e pratique exercícios físicos, que melhoram o fluxo sanguíneo. Mas tudo com a orientação de um especialista, é claro!


8. Falta de ar
Quanto mais o bebê cresce, mais comprimido fica o pulmão da grávida. A consequência é a redução da capacidade respiratória da mulher, levando a eventuais crises de falta de ar. O segredo para evitar o sufoco é coordenar a respiração diante de esforços maiores, inspirando e expirando com mais frequência e menos profundidade. Outra dica é manter o peso sob controle. Práticas como ioga e meditação também são indicadas.


9. Fica impossível fazer atividades do dia a dia
Dirigir, cortar as unhas, se depilar, calçar os sapatos: o barrigão dificulta a realização dessas e de muitas outras atividades rotineiras. Mas pense que tudo isso vale a pena, já que, em breve, você terá o seu pequeno nos braços.


10. Vontade de chorar
O sobe e desce dos hormônios faz com que a mulher fique mais emotiva ao longo de toda a gravidez. No entanto, conforme o parto se aproxima, a expectativa e a tensão aumentam. Junte a isso todos os outros incômodos que a gestante sente nessa fase e está explicado o cansaço, a irritabilidade e a emoção à flor da pele.


11. Ansiedade sem fim!
No final da gravidez, a ansiedade de conhecer o bebê fica cada vez maior - e difícil de controlar. Mas fique calma, logo, logo você estará com o seu pequeno. E vamos combinar: de todos as situações típicas do fim da gestação, essa é a mais fácil de suportar, né?

 

 

 Dores por todo lado, azia, cãibras, ansiedade... a reta final da gestação não é nada fácil. Perguntamos às nossas leitoras quais foram os maiores incômodos que elas sofreram quando estavam para ganhar seus bebês. Saiba quais são eles e o que fazer para minimizá-los.

 1. Ai, que queimação!

Conforme a barriga cresce, aumentam também os incômodos que a grávida sente no seu corpo. Entre eles está a azia, que nada mais é do que o aumento do refluxo do conteúdo estomacal para o esôfago. Isso acontece porque o volume da placenta eleva o músculo do diafragma e diminui, assim, a capacidade de reserva do estômago. Para completar, os hormônios da gravidez provocam um relaxamento da válvula que controla a passagem de alimentos entre o esôfago e o estômago, abrindo portas para o problema digestivo. As atitudes para evitar a queimação incluem comer menos e com mais frequência, mastigar bem, fugir de frituras e nunca deitar a após as refeições.

2. A vontade incontrolável de fazer xixi
Mais um efeito do despontar da barriga. É que, na reta final da gestação, o útero invade parte do espaço da bexiga, diminuindo a sua capacidade de armazenamento de urina. O resultado é a vontade frequente (e incontrolável) de ir ao banheiro. Além disso, os hormônios podem tanto reduzir a capacidade funcional desse órgão quanto levar à frouxidão muscular na região pélvica, causando uma perda urinária involuntária. Para evitar a chateação, a recomendação é fazer fisioterapia, a fim de fortalecer os músculos da pelve. Converse com o seu ginecologista para saber mais a respeito.


3. É impossível achar uma posição para dormir
Infelizmente, é mesmo. O barrigão atrapalha pra valer a qualidade do sono da futura mamãe. A principal dica dos especialistas é deitar sempre de lado, com um travesseiro entre os joelhos e a barriga bem apoiada na cama. O ideal é fazer isso virada para o lado esquerdo, já que essa posição facilita o bombeamento do sangue do coração da mãe para a placenta, o que evita o estresse do bebê. Apoiar um travesseiro nas costas também pode ser mais confortável.


4. Andar parecendo um pinguim
Esta é uma reclamação frequente das gravidinhas. Mas calma, não há nada de errado com você! É que, devido ao peso da barriga, a mulher muda o seu eixo a fim de sustentar e equilibrar o corpo. E isso acontece a partir da projeção do tórax para frente e do afastamento das pernas.


5. Dores por todos os cantos
Nas costas, na pelve, nas articulações, nas pernas... É dor que não acaba mais! Elas acontecem porque o barrigão sobrecarrega diversas estruturas do corpo da mulher - músculos, vasos, nervos e até ossos. Para cada uma delas, há algo a ser feito para evitá-las. Mas, na maior parte dos casos, a prática de atividade física ao longo dos nove meses é uma boa pedida para chegar ao fim da gravidez menos dolorida.


6. Muito calor!
A maior liberação de progesterona, hormônio que a placenta produz, leva a um aumento da temperatura basal - aquela medida imediatamente após a pessoa acordar. Na grávida, essa medida se eleva em até 1oC, o que a torna mais quente. 


7. Cãibras
A barriga avantajada comprime o sistema vascular das pernas, por onde o sangue retorna rumo ao coração. Desse moddo, a oxigenação dos músculos dessa região fica comprometida. Além disso, os hormônios da gravidez fazem com que ocorra uma dilatação dos vasos periféricos. O resultado dessa combinação são elas: as cãibras. Para evitar o incômodo, recorra a meias de compressão e pratique exercícios físicos, que melhoram o fluxo sanguíneo. Mas tudo com a orientação de um especialista, é claro!


8. Falta de ar
Quanto mais o bebê cresce, mais comprimido fica o pulmão da grávida. A consequência é a redução da capacidade respiratória da mulher, levando a eventuais crises de falta de ar. O segredo para evitar o sufoco é coordenar a respiração diante de esforços maiores, inspirando e expirando com mais frequência e menos profundidade. Outra dica é manter o peso sob controle. Práticas como ioga e meditação também são indicadas.


9. Fica impossível fazer atividades do dia a dia
Dirigir, cortar as unhas, se depilar, calçar os sapatos: o barrigão dificulta a realização dessas e de muitas outras atividades rotineiras. Mas pense que tudo isso vale a pena, já que, em breve, você terá o seu pequeno nos braços.


10. Vontade de chorar
O sobe e desce dos hormônios faz com que a mulher fique mais emotiva ao longo de toda a gravidez. No entanto, conforme o parto se aproxima, a expectativa e a tensão aumentam. Junte a isso todos os outros incômodos que a gestante sente nessa fase e está explicado o cansaço, a irritabilidade e a emoção à flor da pele.


11. Ansiedade sem fim!
No final da gravidez, a ansiedade de conhecer o bebê fica cada vez maior - e difícil de controlar. Mas fique calma, logo, logo você estará com o seu pequeno. E vamos combinar: de todos as situações típicas do fim da gestação, essa é a mais fácil de suportar, né?