Segunda, 09 Novembro 2015 17:28

O bebê, o cansaço e a culpa

 

Quando nasce um bebê, nasce uma mãe...e nasce também um cansaço gigante e uma culpa monstra. E tudo isso acontece mesmo quando existe uma equipe enorme à disposição para ajudar (lá vem a culpa por não ser você que está cuidando do bebê).

É maravilhoso receber o dom e a missão de trazer ao mundo esses pequenos anjos e então nos sentimos no topo da cadeia alimentar, parecemos mais fortes e completas do que nunca e nada parece abalar nossa confiança e nossa força... só que na prática não é assim...a gente imagina tudo isso (igual nos poemas e nos vídeos sobre mães) e se frustra ao descobrir que somos humanas, o cansaço bate mesmo e junto com ele a culpa por desejar dormir, desejar alguns minutos de privacidade, de quietude, desejar  saborear uma comida ainda quentinha, tomar uma banho demorado.... e desejar tudo isso não parece certo, afinal escolhemos ser mãe e sabíamos das renúncias que faríamos. É como se ao desejar tudo isso, não fossemos suficientemente engajadas no papel de mãe e de alguma forma estivéssemos rejeitando o bebê, daí a culpa se torna aquele monstro que associado ao cansaço vira quase uma paranóia.

 

Acalme-se, respire fundo e deixe o papai, a vovó, titias e madrinhas ajudarem nessa missão. Você tem o divino direito de desejar e executar tudo isso e mais do que o direito, você tem o dever de descansar para estar inteira nesse papel que é o mais valioso da sua vida.

 

Não se culpe, não se julgue, todas passamos por isso, todas sentimos aquele cansaço como se “a alma quase saísse do corpo” e nos falta energia. Reuna seus aliados (quem não vai amar curtir mais tempo com esse exemplar de gostosura?!) e tire um tempo pra você, só pra você. Descanse, coma devagar, vá fazer a unha, arrumar o cabelo, assistir um filme ou simplesmente fazer nada. Permita-se recarregar as energias e estar completa para viver com plenitude a alegria de ser mãe!

 



 

Quando nasce um bebê, nasce uma mãe...e nasce também um cansaço gigante e uma culpa monstra. E tudo isso acontece mesmo quando existe uma equipe enorme à disposição para ajudar (lá vem a culpa por não ser você que está cuidando do bebê).

É maravilhoso receber o dom e a missão de trazer ao mundo esses pequenos anjos e então nos sentimos no topo da cadeia alimentar, parecemos mais fortes e completas do que nunca e nada parece abalar nossa confiança e nossa força... só que na prática não é assim...a gente imagina tudo isso (igual nos poemas e nos vídeos sobre mães) e se frustra ao descobrir que somos humanas, o cansaço bate mesmo e junto com ele a culpa por desejar dormir, desejar alguns minutos de privacidade, de quietude, desejar  saborear uma comida ainda quentinha, tomar uma banho demorado.... e desejar tudo isso não parece certo, afinal escolhemos ser mãe e sabíamos das renúncias que faríamos. É como se ao desejar tudo isso, não fossemos suficientemente engajadas no papel de mãe e de alguma forma estivéssemos rejeitando o bebê, daí a culpa se torna aquele monstro que associado ao cansaço vira quase uma paranóia.

 

Acalme-se, respire fundo e deixe o papai, a vovó, titias e madrinhas ajudarem nessa missão. Você tem o divino direito de desejar e executar tudo isso e mais do que o direito, você tem o dever de descansar para estar inteira nesse papel que é o mais valioso da sua vida.

 

Não se culpe, não se julgue, todas passamos por isso, todas sentimos aquele cansaço como se “a alma quase saísse do corpo” e nos falta energia. Reuna seus aliados (quem não vai amar curtir mais tempo com esse exemplar de gostosura?!) e tire um tempo pra você, só pra você. Descanse, coma devagar, vá fazer a unha, arrumar o cabelo, assistir um filme ou simplesmente fazer nada. Permita-se recarregar as energias e estar completa para viver com plenitude a alegria de ser mãe!