Terça, 01 Março 2016

Hora de dormir: Rituais para garantir noites de sono tranquilas

É hora de dormir, com certeza você está exausta e sonhando com o momento de "cair nos braços de Morpheu", enquanto isso seu bebê está prontinho para passar horas de muita folia. O que fazer?
 Não de desespere e adote rituais para a hora do sono. Isso vai fazer com que o bebê entenda a rotina e se reorganize, garantindo sossego para a mamãe e mais qualidade de sono para o(a) pequenino(a). Conheça alguns rituais e comece a praticar hoje mesmo, lembrando que as crianças precisam do hábito para compreender e isso exige dedicação e disciplina da mamãe e do papai, que deverão repetir os rituais nos horários corretos, sinalizando para o bebê que aquele é o sagrado momento do soninho.
 
Esgote as energias dele 
Dependendo da criança, pode funcionar deixá-la descarregar toda energia que tiver sobrado do dia, para que depois ela consiga descansar mais tranquila. Você pode experimentar deixá-la pular, segurando nas suas mãos, ou fazer uma brincadeira mais agitada. Depois, troque a atividade por alguma coisa bem mais calma, como um banho e uma história, para então colocá-la na cama. 

Use o poder da água 
 
Boa parte dos rituais do sono usados pelos pais apela para a ajuda da hora do banho. A imersão na água morna é gostosa e deixa seu filho limpinho e tranquilo para ir para a cama. O banho também é uma ótima chance de os papais participarem mais da rotina do recém-nascido. Agora, se seu bebê fica agitado demais no banho ou simplesmente odeia a banheira, não use essa estratégia. Em vez disso, dê o banho bem mais cedo, e no ritual noturno passe algum tempo juntinho dele ou leia uma história. 

Faça uma massagem 
Antes ou depois do banho, você pode massagear seu filho com movimentos suaves e óleo ou hidratante especiais para bebê. Cada criança é de um jeito, e há algumas que simplesmente adoram massagem.

Cuide da higiene 
Se a rotina não incluir o banho, lave o rosto e as mãos do bebê, passe uma gaze ou uma fraldinha limpa na gengiva dele ou escove os dentes, troque a fralda e coloque o pijama. É bom já aderir ao hábito de escovar os dentes desde cedo, pois assim seu filho já se acostuma à rotina da higiene bucal. E, mesmo para bebês pequeninhos, o pijama ajuda a estabelecer a sinalizar a hora de dormir e de acordar -- para o bebê e para os pais. 

Dê boa noite para todos 
Muitos bebês gostam de ser carregados pela casa ou pelo quarto dando boa noite para tudo e todos que encontrarem pela frente: "Boa noite, palhaço!", "boa noite, bonequinho!", "boa noite, Totó!", "boa noite, papai!", "boa noite, ursinho!" e assim por diante. 

Leia uma história 
Ler uma história é um jeito clássico de colocar uma criança para dormir. A leitura vai ajudar seu filho a aprender novas palavras -- estudos mostram que a exposição a um grande vocabulário é positiva para desenvolver habilidades linguísticas e até a inteligência -- e ele vai adorar passar mais esse tempinho com você. Ao longo da história, quando estiver se aproximando do final, vá mudando o tom de voz, ficando mais calma e serena, para que ele se sinta relaxado e estenda que está chegando ao final da historia e já é hora de dormir.

Cante para ele 
Canções de ninar são um método infalível para fazer bebês dormirem -- especialmente se acompanhadas de um bom balanço no colo. Se você gosta de ninar seu bebê no colo, cante algumas músicas segurando-o e depois o coloque no berço, 
de preferência ainda acordado, e cante mais um pouco.

Toque música 
Ligue um aparelho de som no quarto do seu filho com canções de ninar, música clássica ou outro ritmo de que seu filho goste -- e que não o deixe muito agitado --, e deixe tocando depois que você sair do quarto. Além de facilitar a chegada do sono, a música disfarça os ruídos externos. 

Tente fazer com que o ritual não seja muito longo. Cerca de meia hora já é suficiente, sem contar o banho. Assim, você conseguirá repetir o processo todo dia, mesmo que tenha visitas em casa ou que esteja em outro lugar. A previsibilidade da rotina vai até ajudar a tranquilizar seu bebê se vocês estiverem num ambiente novo.

 

Quarta, 24 Fevereiro 2016

Nova opção de lembrancinha

 

"O bebê já está quase chegando e junto com ele a ansiedade bombando. Toda a família espera por esse encontro mágico e o pequenino será recebido em meio a muita alegria e comemoração. Para deixar esse momento ainda mais gostoso, são muitas as opções de lembrancinhas para presentear os visitantes, como o tradicional bem nascido, amêndoas, docinhos, balas de goma, confetes, cupcake e etc. 


Oferecer um doce, como forma de agradecimento pela visita, além de delicado e elegante, é sempre uma forma de demonstrar a alegria do momento, é como se quiséssemos que a outra pessoa sentisse o sabor do que estamos sentindo naquele momento.


Pensando nisso, conhecemos recentemente um produto tão especial que fizemos questão de dividir com vocês para que tenham uma opção à altura do momento: Bem Brownie. São brownies feitos com muita delicadeza e recheios incríveis, como nutella, tradicional, doce de leite, paçoca, leite ninho, café, nozes, pão de mel, beijinho, castanha do Pará, Ovomaltine e chocolate belga. 
Sabe gosto de alegria?!?! Pois é..nós encontramos! Além de tudo, as embalagens são lindas e personalizadas.


Quer saber mais sobre essa novidade? Então acesse www.bembrownie.com.br
Quinta, 11 Fevereiro 2016

Reta final: 11 situações que as mães enfrentam no fim da gravidez

 Dores por todo lado, azia, cãibras, ansiedade... a reta final da gestação não é nada fácil. Perguntamos às nossas leitoras quais foram os maiores incômodos que elas sofreram quando estavam para ganhar seus bebês. Saiba quais são eles e o que fazer para minimizá-los.

 1. Ai, que queimação!

Conforme a barriga cresce, aumentam também os incômodos que a grávida sente no seu corpo. Entre eles está a azia, que nada mais é do que o aumento do refluxo do conteúdo estomacal para o esôfago. Isso acontece porque o volume da placenta eleva o músculo do diafragma e diminui, assim, a capacidade de reserva do estômago. Para completar, os hormônios da gravidez provocam um relaxamento da válvula que controla a passagem de alimentos entre o esôfago e o estômago, abrindo portas para o problema digestivo. As atitudes para evitar a queimação incluem comer menos e com mais frequência, mastigar bem, fugir de frituras e nunca deitar a após as refeições.

2. A vontade incontrolável de fazer xixi
Mais um efeito do despontar da barriga. É que, na reta final da gestação, o útero invade parte do espaço da bexiga, diminuindo a sua capacidade de armazenamento de urina. O resultado é a vontade frequente (e incontrolável) de ir ao banheiro. Além disso, os hormônios podem tanto reduzir a capacidade funcional desse órgão quanto levar à frouxidão muscular na região pélvica, causando uma perda urinária involuntária. Para evitar a chateação, a recomendação é fazer fisioterapia, a fim de fortalecer os músculos da pelve. Converse com o seu ginecologista para saber mais a respeito.


3. É impossível achar uma posição para dormir
Infelizmente, é mesmo. O barrigão atrapalha pra valer a qualidade do sono da futura mamãe. A principal dica dos especialistas é deitar sempre de lado, com um travesseiro entre os joelhos e a barriga bem apoiada na cama. O ideal é fazer isso virada para o lado esquerdo, já que essa posição facilita o bombeamento do sangue do coração da mãe para a placenta, o que evita o estresse do bebê. Apoiar um travesseiro nas costas também pode ser mais confortável.


4. Andar parecendo um pinguim
Esta é uma reclamação frequente das gravidinhas. Mas calma, não há nada de errado com você! É que, devido ao peso da barriga, a mulher muda o seu eixo a fim de sustentar e equilibrar o corpo. E isso acontece a partir da projeção do tórax para frente e do afastamento das pernas.


5. Dores por todos os cantos
Nas costas, na pelve, nas articulações, nas pernas... É dor que não acaba mais! Elas acontecem porque o barrigão sobrecarrega diversas estruturas do corpo da mulher - músculos, vasos, nervos e até ossos. Para cada uma delas, há algo a ser feito para evitá-las. Mas, na maior parte dos casos, a prática de atividade física ao longo dos nove meses é uma boa pedida para chegar ao fim da gravidez menos dolorida.


6. Muito calor!
A maior liberação de progesterona, hormônio que a placenta produz, leva a um aumento da temperatura basal - aquela medida imediatamente após a pessoa acordar. Na grávida, essa medida se eleva em até 1oC, o que a torna mais quente. 


7. Cãibras
A barriga avantajada comprime o sistema vascular das pernas, por onde o sangue retorna rumo ao coração. Desse moddo, a oxigenação dos músculos dessa região fica comprometida. Além disso, os hormônios da gravidez fazem com que ocorra uma dilatação dos vasos periféricos. O resultado dessa combinação são elas: as cãibras. Para evitar o incômodo, recorra a meias de compressão e pratique exercícios físicos, que melhoram o fluxo sanguíneo. Mas tudo com a orientação de um especialista, é claro!


8. Falta de ar
Quanto mais o bebê cresce, mais comprimido fica o pulmão da grávida. A consequência é a redução da capacidade respiratória da mulher, levando a eventuais crises de falta de ar. O segredo para evitar o sufoco é coordenar a respiração diante de esforços maiores, inspirando e expirando com mais frequência e menos profundidade. Outra dica é manter o peso sob controle. Práticas como ioga e meditação também são indicadas.


9. Fica impossível fazer atividades do dia a dia
Dirigir, cortar as unhas, se depilar, calçar os sapatos: o barrigão dificulta a realização dessas e de muitas outras atividades rotineiras. Mas pense que tudo isso vale a pena, já que, em breve, você terá o seu pequeno nos braços.


10. Vontade de chorar
O sobe e desce dos hormônios faz com que a mulher fique mais emotiva ao longo de toda a gravidez. No entanto, conforme o parto se aproxima, a expectativa e a tensão aumentam. Junte a isso todos os outros incômodos que a gestante sente nessa fase e está explicado o cansaço, a irritabilidade e a emoção à flor da pele.


11. Ansiedade sem fim!
No final da gravidez, a ansiedade de conhecer o bebê fica cada vez maior - e difícil de controlar. Mas fique calma, logo, logo você estará com o seu pequeno. E vamos combinar: de todos as situações típicas do fim da gestação, essa é a mais fácil de suportar, né?

 

 

Sábado, 23 Janeiro 2016

A comunicação verbal na gestação

O ambiente intra-uterino é o primeiro universo que o ser humano conhece e onde se originam as primeiras percepções que irão determinar o modo como ele se relacionará com o mundo aéreo, especialmente na primeira infância.



Tudo o que acontece durante esse período é esquecido ao nascer, porém fica registrado no inconsciente. Ao vivenciar situações semelhantes, a criança atuará segundo os mesmos padrões de comportamento adquiridos na vida gestacional.


Estruturalmente, o embrião humano já vem programado para a linguagem desde a concepção. Muito antes de ouvir, o que ocorre por volta do terceiro trimestre de vida pré-natal, o feto capta as vibrações dos sons das palavras emitidas pela voz materna, com todas as emoções que as acompanham.


Com o tempo, vai aprendendo a simbolizá-las, ou seja, dar-lhes um significado. Sendo involuntárias as reações fisiológicas maternas, como alteração de seu batimento cardíaco, pressão arterial e produção hormonal, a futura mamãe não pode evitar que o bebê capte seus sentimentos de maior angústia, ansiedade ou estresse, pois o ambiente intra-uterino sai da neutralidade e o coloca em sofrimento.


Neste momento, se a gestante conversar com seu filho, esclarecendo o que está ocorrendo, como está se sentindo e como se sente em relação a ele, libera os sentimentos, principalmente os mais negativos e diminui a intensidade da angústia, mantendo-se dentro de certo equilíbrio emocional, o que certamente será percebido por ele, pois o ambiente uterino tornar-se-á menos agressivo e, portanto, mais neutro.


Esta relação de troca com o feto é fundamental para a formação e fortalecimento do vínculo materno-filial. Funciona como atitude de respeito e amor pela saúde e bem-estar da criança que está sendo gestada.


Durante os meses de gravidez, o feto está diretamente ligado a tudo o que a mãe pensa, sente e fala a seu respeito. Em certo nível, estão em comunicação direta e permanente. Ele sente as mesmas emoções que ela e é por elas moldado. Aqui entra, desta forma, a importância do ambiente social e familiar mais próximo, em especial, a figura paterna. Se tudo o que toca a mãe, toca-o também, muito cedo o feto percebe a influência que o pai exerce sobre ela e, conseqüentemente, sobre ele.


São muitos os futuros papais e mamães que dizem se sentir constrangidos ao conversar com uma barriga. Este é o conceito mais equivocado, pois dentro do ventre materno existe um ser em formação e que necessita desta comunicação para se sentir amado, desejado, compreendido e respeitado.


Não é necessário longo discurso. Breves palavras, porém, intensamente pronunciadas com a mais pura emoção, hão de significar muito, pois ele se sentirá compreendido e aceito, acolhido e amado por quem mais deseja ser.

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